Posicionamentos
Oficiais
A palavra da Juventude Trabalhista sobre os acontecimentos do Brasil e do mundo.
Os posicionamentos oficiais da Juventude Trabalhista são definidos de forma coletiva e democrática, aprovados por votação dos membros por meio de uma plataforma de votação interna desenvolvida pela própria JT. Qualquer membro oficial pode propor um posicionamento — cada documento publicado representa a voz deliberada do movimento, não de indivíduos isolados.
19 de janeiro de 2026
Regularizar a Desigualdade: A Lei 17.557 e a Velha Política de Terras no Brasil
Tarcísio de Freitas e a política de regularizar a desigualdade. O governo Tarcísio de Freitas não pode alegar desconhecimento, ingenuidade ou erro técnico. A Lei nº 17.557/2022, sancionada e defendida por sua gestão, representa uma escolha consciente de aprofundar a injustiça fundiária em São Paulo, travestida de regularização e segurança jurídica. Não se trata de modernização administrativa. Trata-se de entregar terras públicas a interesses privados, em larga escala, com prejuízo bilionário ao Estado e violação frontal do espírito da Constituição de 1988. Em 1850, isso se chamava Lei de Terras. Em 2022, chama-se regularização fundiária. Em ambos os casos, o resultado é o mesmo: desigualdade estabilizada, injustiça legalizada e patrimônio público transferido para poucos.
19 de janeiro de 2026
O Sequestro de Rubens Paiva e a Impunidade que Fundou a Nova República
Quem teme o resgate da memória da ditadura tem interesse em preservá-la. Quem teme a memória quer defendê-la sem constrangimento. No Brasil, a ausência de memória não é um acidente: é um projeto.
15 de janeiro de 2026
Estado-Empreendimento: O Brasil não é um Erro, mas sim um Negócio
O Brasil atual resultou em uma democracia de fachada onde a técnica serve à manutenção do passado colonial. Vivemos em um sistema onde a burocracia é moderna o suficiente para cobrar impostos do consumo, mas "arcaica" o suficiente para não tributar as grandes heranças. A finalidade não mudou: o Estado ainda não existe para o povo. Ele existe para garantir que o território brasileiro continue sendo um negócio lucrativo para poucos, utilizando o discurso da modernidade para validar uma estrutura de vassalagem digital e financeira. O Brasil não é um país que não deu certo; é um empreendimento que, infelizmente, continua dando muito lucro para seus "sócios".
1 de março de 2024
Ser útil e deixar rastro
Um mês desde a partida de Jean Itacarambi. Partiu pra história, não para o fim.